PROJETO: TEACOLHE
DOI:
https://doi.org/10.70187/recisatec.v6i1.370Palavras-chave:
TEA, Acolhimento, Integralidade, Usuário, FamíliaResumo
A Experiência foi desenvolvida a partir do relevante crescimento de crianças com diagnóstico clínico do Transtorno Espectro Autista (TEA) e casos de crianças com comportamentos comparativos ao transtorno, porém, com ausência de diagnóstico. Esse transtorno é caracterizado por condições que comprometem o comportamento social, a comunicação e a linguagem do indivíduo. Sem saber como agir diante de uma situação nova, familiares e responsáveis dos usuários/pacientes buscaram apoio na saúde, na educação e na assistência social do município de Capela-SE. A procura imediata foi por um Neuropediatra para continuidade do tratamento clínico e na tentativa da confirmação clínica no diagnóstico. Em seguida, buscou apoio de especialistas da equipe multidisciplinar para desenvolvimento intelectual, motor e laboral. Por fim, acompanhamento na escola e espaço de convivência para aprendizado pedagógico, convívio social e adaptação a realidade local. A gestão municipal reuniu profissionais das secretarias de saúde, educação e assistência social para elaboração de um projeto que ampliasse o cuidado a partir da integralidade e longitudinalidade, a partir de estratégias resolutivas necessárias aos usuários e familiares que vivem o TEA. A experiência foi dividida em três etapas. Os dados foram coletados a partir de uma entrevista semiestruturada. Foi utilizada a metodologia da analise de conteúdo para análise. A experiência pode ajudar a realidade de outros municípios que visam proporcionar mudança no estilo de vida para familiares e usuários TEA.
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Referências
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