POST PANDEMIA DE COVID-19: IMPACTOS PSIQUIÁTRICOS Y SOCIALES Y AUMENTO DE PSICOFÁRMACOS
DOI:
https://doi.org/10.70187/recisatec.v5i1.379Palabras clave:
Covid-19 pandemia, Secuelas psiquiátricas, Fármacos psicotrópicos, TelemedicinaResumen
Con el inicio de la pandemia de COVID-19 y la repentina propagación del coronavirus, el miedo y la incertidumbre se extendieron entre la población y los profesionales sanitarios que trabajaban en la primera línea de atención. Como resultado, este grupo de personas se ha visto expuesto a diversos sentimientos, como ansiedad, depresión y trastornos del estado de ánimo, debido a los cambios en las actividades rutinarias, los fallecimientos, la falta de infraestructuras para el tratamiento e incluso la violencia doméstica. Ante esta nueva realidad, se crearon intervenciones para contener estas crisis emocionales y, en consecuencia, hubo un aumento en el uso de psicofármacos durante y después de este período pandémico. Entre las intervenciones destacan las psicológicas y psiquiátricas, que tuvieron que ser tomadas debido a diversos impases, sobre todo por el aislamiento social. Aislamiento que también se tradujo en diversas complicaciones post-pandémicas, como los escenarios de aumento de peso con terapias farmacológicas para la pérdida de peso, así como la implementación del entorno tecnológico en diversos ambientes de trabajo, incluyendo el área de la salud. Así, la pandemia ha tenido innumerables consecuencias en el día a día de la humanidad, la gran mayoría de las cuales están estrechamente relacionadas con sentimientos de depresión y ansiedad. Por ello, el artículo pretende revisar los principales estudios sobre el aumento de las secuelas psiquiátricas durante y después de la pandemia Covid-19, vinculadas al uso de psicofármacos y a la mayor implantación de la telemedicina.
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